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domingo, 2 de março de 2014

Viveremos uma guerra ?

Enviado por Julio Taguchi em 19 de Janeiro de 2014.




Conheci seu blog através da internet e resolvi relatar aqui um sonho que tive tempos atrás, mas do qual não consigo esquecer. É algo bastante instigante que, de certa forma, eu nunca consegui entender direito.

No sonho, eu estava numa guerra com três amigos meus. Éramos soldados em um ambiente hostil, cercado por inimigos que possuíam armamento pesado e vantagem numérica. Estávamos encurralados nos escombros de uma rua que um dia tinha sido o lar de muitas famílias mas agora eram apenas ruínas. Dava para ouvir explosões, tiros e gritos por todos os lados. E o calor que fazia estar de uniforme e no meio do fogo. Eu conseguia sentir o peso da mochila nas costas e todo o equipamento que carregava e o fuzil que pesava nos braços.

Corremos pela rua buscando proteção enquanto recebíamos tiros dei bazuca dos inimigos atrás das barricadas feitas de concreto. Conseguimos abrigo numa igreja já bastante avariada pela guerra e adentramos o lugar pelas portas da frente. Embora estivesse bastante danificada por fora, não estava tanto assim por dentro, salvo algumas rachaduras no concreto e os vidros quebrados. O altar ainda estava intacto e os bancos também. Foi quando começaram as granadas, que caíam e causavam explosões enormes junto com os projéteis de bazuca.

Lembro-me de que eu e os meus amigos respondemos com tiros pelas janelas quebradas, mas ficar perto das paredes era perigoso. Então começamos a recuar em direção ao altar, enquanto mais granadas caíam perto de nós.

Nessa hora, apareceu um padre com uma manta nas mãos. Ele jogou a manta em um banco, de forma que funcionasse como uma colcha e nos disse "Entrem debaixo do banco. Os inimigos não vão ver vocês ali". Esperei meus amigos entrarem primeiro e assim que eu me refugiei debaixo do banco, houve uma enorme explosão.

Aconteceu então uma espécie de corte, como se a cena fosse cortada para um momento futuro. Eu e meus amigos saímos debaixo do banco e passamos a andar pela rua, já totalmente destruída. Havia resquícios da vida normal, mas muitos sinais de que soldados inimigos estiveram por ali. Saía fumaça das ruínas. Cheiro de madeira queimada, de pólvora e de suor. Aparentemente, tínhamos vencido a guerra. A última coisa que me lembro do sonho antes de acordar era de ter perguntado onde estava aquele padre.

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